quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Banalize também! /ironia.

4 pessoas falaram
Lispector? Legião? All Star? Rock?

Banalizaram. Tudo. Tudo. Banalizaram até o molho de pimenta que eu ponho na coxinha. #tragico


P.S.: Só falta banalizarem os cogumelos azuis :(

domingo, 22 de novembro de 2009

Além de tudo.

2 pessoas falaram
Olho o horizonte misturado com um pano de fundo amarelado de um entardecer, e me lembro do seu antigo sorriso. Da sua antiga risada, do seu antigo olhar, da sua antiga força e da sua antiga voz. Então me deparo com o fato de que nada é antigo, mas tudo agora é inexistente. Seu corpo morto em uma caixa de madeira, tudo jogado, paralisado e frio. Mas nada morto, pelo contrário. Tudo está mais vivo do que nunca, as crianças correm no parquinho próximo, as pessoas riem e choram. Meus olhos correm de um lado para o outro sem saber onde parar,assim como um enorme nó se forma na minha garganta e meu coração bombeia o sangue com angustia e desentendimento, enquanto minha mente toma conta de procurar algum consolo para minha alma insistente, que sinto reclamar e exigir um por que. E percebo que de algum modo você está mais vivo que todos nós juntos. Sua alma procurando o verdadeiro caminho dela, sem se importar com as coisas impostas pelo mundo desentendido que chamamos de vida. Então entendo que tudo precisa continuar e tudo realmente acaba continuando independente de.


quarta-feira, 18 de novembro de 2009

3 anos para o fim do mundo...

7 pessoas falaram
Toda loucura em finitos segundos. Se em 2012 tudo acabasse, eu sairia da escola, pegaria carona para qualquer lugar do mundo e seria feliz do meu jeito. Então lá pelo meio do último ano eu fugiria para África, assim estaria salva (por tempos).


GO! GO! GO!



(Agora sendo realmente sincera: se o mundo acabasse em 2012 eu mataria uma boa parte dos acéfalos que conheço e viveria de livros, festas, séries e muuuuuuito rock'n roll).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

7 pessoas falaram
Pessoas de almas vazias não valem a pena, não mesmo.

Tô lendo um livro, chamado O apanhador no campo de centeio (pra quem não sabe, este era o livro que o assassino de John Lennon estava lendo quando matou o ex-Beatle), vale muito a pena ler! É sobre um garoto que foi expulso do internato e abomina pessoas sacanas e vazias (me indentifiquei), também foge três dias antes de voltar para casa e fica em uma espelunca de NY, querendo saber para onde os patos voam quando o lago congela.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que a saia curta (não) provoca.

11 pessoas falaram
Uniban, saia curta, expulsão, Brasil. Essas quatro palavras em uma mesma frase não fazem grande sentido. Muitos apontam que o problema seja a saia curta e a moça achar que estava arrasando. Mas, será?
Acho que o problema é que todos que participaram disso são pessoas que passaram em vestibular. Aprenderam todas as fórmulas e ortografias, mas não aprenderam a ter respeito com o próximo. Não aprenderam o que é liberdade de expressão; e também que o Afeganistão é um país pequeno lá da Ásia e não o maior país da América do Sul.
E saia justa mesmo, ficou a diretoria da Uniban, porque demonstrou que não sabia que mesmo as mulheres de saia curta tem direitos igual todo mundo e que por mais que a maioria esteja errada, os errados tem que serem punidos. Afinal, parece que o caso da saia curta tem muito mais a ver com civilização e mente pequena do que com uma saia curta.


P.S.: Texto sobre a garota expulsa da Uniban. Ontem vi o Debate MTV sobre isso, e é o que o Lobão disse: Os alunos que fizeram isso estão errados! Mas não é legal generalizar, galera!

Na dose certa vai.

2 pessoas falaram
" Hoje passando em frente a uma banca de jornais, vi penduradas algumas revistas destinadas ao seguimento “Teen”.

Primeiro constatei que hoje tudo parece resumido ao “marketing”. Existe inclusive o tal do “marketing pessoal”, vide os twitters da vida. Revistas, jornais, programas televisivos... são todos divididos e direcionados a “alvos” específicos. As revistas por exemplo: tem revista para público masculino adulto, masculino de meia idade “fitness”, revistas femininas para fêmeas descoladas, para senhoras e donas de casa noveleiras, revistas para crianças, revistas para intelectuais (estas vendem menos), revistas para pessoas de classes pobres, classes ricas, classes médias (ela ainda existe?), revistas para esportistas, amantes de carros, e muitas revistas para o público adolescente (o qual depois dos anos noventa passou-se a chamar “teen”). Sendo necessário ou não esse direcionamento exclusivo (aquele que exclui indivíduos) dos produtos materiais e culturais de hoje em dia, vou seguir no meu raciocínio sobre as revistas “teen”.

O que chama a atenção é que, em sua maioria, as revistas teen abordam temas quase sempre relacionados a FUTILIDADES e BANALIDADES da vida dos adolescentes. Ora, obviamente que a futilidade e a banalidade são partes necessárias desse grande todo cósmico universal em que nos encontramos, mas o problema é quando estes assuntos começam a predominar sobre outros de tanta ou maior importância para o nosso desenvolvimento. Nas capas, mês após mês, vêem-se jovens galãs sem muito mais a mostrar do que a sua forma física, além de chamadas do tipo: “como conseguir um corpão para o verão”, “dicas para você bombar na web”, “segredos para arrasar na balada”, “que roupa usar?”.

Mais uma vez é importante lembrar que para tudo existe uma medida, e talvez aí resida a arte do “saber viver”. Negar os assuntos fúteis seria impor a intelectualidade. Somos todos, adolescentes, adultos e idosos, ainda muito ligados nos assuntos materiais e superficiais. Queremos ter um corpo manero pro verão. É da nossa natureza, é necessário. Mas também é da nossa natureza a fome por conhecimento, cultura e espiritualidade. E aí o que rola é que negar a informação intelectual é impor a futilidade. Sem dúvida que essas revistas também possuem conteúdo educativo, mas analisando a proporção em relação aos assuntos “superficiais”, dá pra perceber quem predomina nessa balança desequilibrada.

Como veículos de comunicação em massa, as revistas “teen” deveriam possuir um senso de responsabilidade muito forte, dada a importância do papel que representam na formação do caráter dos jovens, nessa fase tão importante que é a adolescência. Torço para que a mulecada que está vindo por aí perceba isso, e corra atrás de fontes de informação que lhes tragam uma bagagem mais completa para a caminhada da vida. Fontes que não subestimem sua inteligência, e que lhes forneçam noções de ética, moral, amor ao próximo, espírito coletivo, fraternidade, cultura, história, ciência, e (na dose certa) até um pouquinho de futilidade."

sábado, 7 de novembro de 2009

Oh, baby.

7 pessoas falaram
Não, querida, pare de chorar.
Ontem eu olhei para o céu e vi nuvens negras em um céu vermelho. O meu sorriso enganava a todos, o mesmo sorriso que permanece agora. Quem vê, pensa que foi algo bobo; que eu não chorava o tempo todo e não tinha os nervos a flor da pele com taquicardias de hora em hora. E quer saber? Me machuquei como se colocassem arames enfarpados em mim, doeu mais que tudo. Doeu principalmente por não ter anestesia. Não sei se meu coração já está cicatrizado, não sei se ele melhorou ou se apenas me acostumei com a dor. Só descobri que não sinto nada, como se não tivesse acontecido algo tão frustrante comigo. Tão livre e forte como o vento entre o Atlântico e o Índico. Hoje eu não precisei olhar o céu, só pelo brilho nos meus olhos já sei que tem um sol brilhando lá em cima.
Querida, tente olhar para cima, tente fazer o que eu fiz. Está vendo por trás dessas nuvens escuras? Está vendo um brilho um pouco apagado lá no fundo da tormenta? Espere que é o sol. E quando você sentir o seu calor, perceberá que sua dor é algo inofencivo perto do brilho e do movimento de um céu azul.


Baby, compra o jornal e vem ver o sol, ele continua a brilhar apesar de tanta barbaridade. - Barão Vermelho.

P.S.: A Maria Rita ama chuva (no sentido real da palavra).

domingo, 1 de novembro de 2009

Sarjeta e felicidade.

7 pessoas falaram
Descobri que sentada numa sarjeta, jogando amendoins para o outro lado do estacionamento, eu me sinto muito mais feliz e de bom humor. Talvez seja porque minha fisioterapeuta está certa: sou extremamente seletiva com tudo, mas completamente desencanada com qualquer tipo de coisa. Vê que estranho.


Eu sou uma contradição e foge da minha mão fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido - Pitty.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Quer saber?

6 pessoas falaram
Cansei de pedir desculpas por tudo aquilo que sou e que (ao mesmo tempo) não querem que eu seja. Não vou abaixar a cabeça somente porque não retribuo o seu sentimento, ou então porque eu sou a teimosia e a ansiedade em pessoa. Não sou normal, ser normal é chato, um tédio. Não me dou bem com números e esportes fisicos, mas fico horas mergulhada em palavras e pensamentos. Minha vontade é de subir em uma cadeira e berrar "Fuck you" para muitas pessoas que conheço e sou obrigada a conviver. Não sou boba, nem monga ou coisa do tipo. Na verdade, sou muito melhor (ou pior, depende do ponto de vista) que muita gente popular; só vou deixando eles ocuparem a cena e se acharem os reis, simplesmente porque está tatuado na testa deles que precisam dessa atenção falsa para sobreviver.
Enquanto isso, não vou me colocar em briga infantil de gente grande, não adianta me perguntar, pedir, suplicar algum partido. Meus pensamentos mais inuteis são bem mais importantes para mim. Cansei de fazer cara de quem fica surpresa com tudo, sei que não é verdade, sei que muita gente por aí merece troféu de inutilidade por ter tanta raiva boba dentro de si. Para que tanta raiva? Tanto ódio? Tanto preconceito ou exclusão? Me diga, garota, o que você contará para os seus netos? Você pulará as partes das briguinhas tolas e sua cara de coitada? Ou que você sempre foi chamada de corrimão de escada?
Ei, não espere que eu volte atrás por pensar que defender "paz e amor" não quer dizer que eu precise adorar conviver com essas briguinhas que eu tinha com 5 anos e agora preciso ver com quase 15.
Cansei de pedir desculpas por pensar e sentir desse jeito. Essa é a minha vida, essa é minha mente e minha voz. O palco é meu, me deixe fazer do jeito que eu quero, vou mostrar que branco e preto não são as cores mais bonitas de um quadro.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Perdidamente achada.

13 pessoas falaram
Não vou chorar, nem vou rir. Seja por mim ou por qualquer um, simplesmente não quero. Para ser sincera, nem sei ao certo o que falar; está tudo saindo dos eixos, ou está entrando ao normal, nem se quer sei o que é o certo. Estou meio perdida, meio achada. Nesses últimos dias estou incrívelmente fria, quem diria. Na verdade eu sempre soube, enquanto ouvia a chuva cair, que um dia eu ficaria no meio termo, ouvindo e vendo tudo nitidamente, mas não querendo nem ver e nem ouvir.

domingo, 18 de outubro de 2009

O Cansei comemora seu primeiro aninho!

3 pessoas falaram


Criei o Cansei de vocês há um ano atrás, por muita insistência da Lu Fiuza, sem saber se duraria uma semana ou um mês. Realmente não imaginava que em apenas um ano eu conseguiria tantos comentários, tantos seguidores e tantos selinhos lindos... E muito menos que conheceria tanta gente legal, muitos me adicionaram no Orkut, alguns até no MSN (cheguei até receber um depoimento fofo da Dayanne sobre o blog, obrigada!), e que gostariam tanto do que escrevo. Também, nesse ano, conheci muitos blogs fantásticos, blogueiras (os) demais, e aprendi bastante sobre esse mundo blogueiro. Nem imaginava que me inscreveria no Tudo de Blog, e nem que seria aceita e publicada; participei do Blorkutando uma vez e ganhei em 3º lugar.
Mudei umas mil vezes de layout, desabafei, fiz textos super felizes, confusos e tristes, teve inúmeros altos e baixos também. Mudei várias coisas, mexi e remexi, deixei quieto... Dias de blog agitados, ou não.
Esse ano de blog foi cheio de coisas boas, e inesperadas; passou muitissímo rápido, eu conto pras minhas amigas e elas dizem que parece que foi há um mês atrás que o Cansei nasceu. Ah, e pra mim até parece que foi ontem.
Espero que esse seja o primeiro ano de muuitos, e muuuuito obrigada² a todos vocês (de coração!).

Atoron Periigon!

Beeeijos ;*

L of luck and love.

4 pessoas falaram

Nunca acreditei em amor correspondido, nesse negócio das pessoas sentirem um amor idêntico uma pela outra; sempre achei que era sorte demais, mais sorte que ganhar na loteria três vezes seguidas. Impossível acontecer comigo, até que em um dia aconteceu. Época de páscoa, minha casa movimentada e meu coração acelerado, mesmo assim não enxergava mundo rosa, azul, roxo ou coisa nenhuma; nem tinha um trevo, pata de coelho ou feito simpatia. Apenas abri o MSN e vi que aquela pessoa estava online. Comecei a conversar e dava indiretas pra lá, indiretas pra cá, até que eu tomei coragem e disse: “Te amo”. Não sei o que aconteceu no mundo mágico da sorte, mas então parece que todos os amuletos e simpatias conspiraram ao meu favor, e a sorte simplesmente resolveu ser minha aliada. Então, a resposta: “Também te amo”. Vontade de gargalhar, sair pulando, a sensação de ser a garota mais sortuda do universo. Daí surgiu um super sorriso estampado no rosto, e pela minha eterna comparação, eu tinha acabado de ter realizado algo muito mais sortudo do que ganhar na loteria três vezes seguidas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Pode me esquecer?

9 pessoas falaram
Cara, não me olhe como se eu fosse perfeita ou como se fosse a última coca-cola no deserto. Não gosto disso, não gosto que alguém se apaixone desse jeito por mim, nem sou a pessoa apropriada para você gostar. Se apaixonar por mim é o mesmo que colocar seu coração em uma zona de perigo e esperar que ele não sofra; e eu não quero isso, acredite em mim.
Você pode me achar ótima vendo apenas meu sorriso de ponta a ponta do rosto e meu humor sutil (com piadas milagrosamente inteligentes e extremamente ironicas), mas isso é apenas algumas horas de quinta feira.
Você ainda não me viu tendo surtos altamente estressantes, e não imagina como é fácil me irritar: não me olhe demais, não me elogie demais, não me peça para dizer que te amo (esse último é em hipótise alguma!). Me contradizo demais e mudo de opinião num piscar de olhos, resumindo: sou instável demais para alguém se apaixonar. Adoro cerveja e bebo cerca de 10 litros de cafeína por semana. Em geral não como frutas, mas me acabo nos chocolates, salgadinhos e afins. Já namorei uma garota e gostei de duas, não tenho muita vergonha de admitir isso (e pelo que me lembro, você sabe disso!).
Também não sou do tipo que gostaria de falar com a sua mãe, e se um dia eu for jantar na sua casa, vou dar mil desculpas parar não ficar muito tempo (aliás, espero que não arrume a cozinha). E vou querer fugir, ver série policial e ficar lendo alguma coisa, não espere que eu fique nos exibindo no meio da rua.
Eu poderia encher isso aqui de qualidades minhas, de coisas exclusivas que somente eu tenho ou penso. Mas não quero, porque isso tudo me incomoda; me deixa quase culpada daqueles seu olhos irritantementes encantados me glorificando sem o menor pudor. E para me deixar pior, não consigo evitar de olhar para você com os olhos neutros, deixando em falso todo o minha antipatia por alguém me amar. Talvez eu faça isso porque quero amenizar seu sentimento, ou para me sentir menos cruel.
Me desculpe, de verdade.


_______________________________________________

Agora colocarei as qualidades, só para balancear (e formar filas quilométricas atrás de mim, - dependendo da pessoa, eu até dou chance /parei - ok!?):

Estatura invejável (compacta!), loira, olho verde, sorriso espontâneo, senso de humor inteligente, boa em redação, elogiada pela profª de quimica, blogueira da Capricho, sensual, feliz, esperta, engraçada e com um super bom gosto. Resumindo: A B S O L U T Í S S I MA !

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Viva as horas vagas e os potes de Nutella!

11 pessoas falaram
Não importa o estado de espírito, o dia ou o humor; eis quatro coisas faço sem medo da balança e do relógio. A primeira delas é dormir de tarde. Ah, me diz: quem não ama dormir à tarde? Ter hora vaga é ótimo, ou então pode ter prova ou trabalho para fazer, permitir criar alguma horinha para dormir não mata ninguém, e repõe seu cérebro pra mais informações! Também devo admitir que gosto de dar aquele cochilo porque sempre acontece uma preguiça, é perfeito! Outra coisa que adoro mesmo é escrever. Para mim não há antidepressivo melhor que isso, vale qualquer coisa: frase boba, conto, mico, dialogo, carta, declaração de amor... Você pode me tirar a TV, o computador, a música, mas me deixando com um lápis e papel, você deixou uma garota feliz (e ocupada). Também adoro ler, pegando emprestado o lema da Thalita Rebouças: “Ler é tudo de bom!”. E é mesmo, ler é o que há. Eu sei que é estranhíssimo ler uma garota de quase quinze anos dizer que ama escrever e ler, mas agora só para ficar algo mais normal: quem não adora devorar um pote inteirinho de Nutella?
_________________________

Só uma lembrancinha do tempo que eu ainda ganhava presente de dia das crianças:



Beeeijos!
P.S.: Campanha: Comente nesse post e deixe uma garota pulando pela casa!

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Alegria sem motivo...

2 pessoas falaram
ATOOOORON!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Enem roubado, país bagunçado.

3 pessoas falaram

Sinceramente o roubo da prova Enem não interferiu em nada na minha vida, talvez porque está um pouco longe para eu prestar. Mas isso me fez pensar que no Brasil nada está muito assegurado, roubam no Congresso, roubam no sistema de saúde... e por que não roubar em prova de exame importantíssimo como o Enem?! Isso não é normal, nem certo! Milhaaares de jovens se prepararam para o Enem, tentando driblar o stress, a ansiedade, o nervosismo... E algumas pessoas simplesmente driblam a prova, o governo e a imagem do país inteiro, que cada vez mais parece o país da bagunça e do roubo. Por mais esse motivo, penso que além de melhorar e provar a educação do país, o Brasil precisa melhorar a segurança, e muitos brasileiros precisam melhorar o caráter.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Etiqueta errada.

6 pessoas falaram

- Vale R$ 1,00, garota.

- Mas... isso vale bem mais! -disse, surpresa.

- Não entendo o porque disso. Todo dia fazemos o mesmo com as pessoas, colocamos valores baixissímos em quem merece algo muito maior.

 

Cansei de Vocês. | Copyright © 2009. Cansei de vocês. Designer e CSS por Jade Amorim. Código-base por Ipietoon.