domingo, 21 de fevereiro de 2010

Verso esquelético.

Imersa num amor cético,
com alegria naufragada num anti-séptico,
o timbre do silêncio se torna eclético,
e todo bêbado vira poético

13 comentários:

Atreyu disse...

Amor cético é no mínimo utópico de se manter! Lindo poema!

Rafael Cotrim disse...

Todo bêbado vira poético.
Adoro falar com bebados *--*
haha!
beijos.

- gabs, disse...

tão engraçadinho e tão mimoso *-* aoiueiouoiueioae adorei

Mariah disse...

hahaha, adorei o poeminha! ficou tão bonitinho :)

Milla disse...

realmente como os bêbados viram poetas tão rápido, pra mim é tão dificil essa façanha :/ hahahaha..

beijos

Carol Sena disse...

esse tal silêncio, te silência também?

M.F. disse...

Hahaha amei demais esse seu post. Tão pequeno e tão interessante. adorei. :)

sam disse...

adorei, muito criativo.

Marianna G. disse...

Amei o poema, santa criatividade ! :)

disse...

Lembrei do Leminski.
HAHAHA


''...e todo bêbado vira poético''.
Adoro suas palavras. *-*

Luciana Lís disse...

Adoro passear e encontrar blogs com poesia.

Pequeno mas dá pra fazer um interpretação enorme, paradoxos e humor!

Gostei demais!

;*

Felipe disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luciana disse...

Então pra curar a vida amarga de comportamento patético
O ser humano se imerge num amor muito doce
E acaba virando diabético.

(tentei fazer trocadilho com o poema)
E como eu já tinha dito, você é muito boa em rimas :)