sábado, 14 de agosto de 2010

O meu problema.

Sabe o problema?
É que eu preciso estar aqui, com as pessoas de sempre, as matérias de sempre, os livros de sempre, a chatisse de sempre, a aversão de sempre e a rotina massacrante de sempre. A sarjeta está proxima demais, o asfalto, a cara de tédio e o computador. A nicotina de sempre, meu bem. Na verdade, queria te falar algo que seja válido antes que o fogo chegue no filtro e não dê para aproveitar o bom sabor de um Marlboro. Mas, sei lá.. Parece tão mais fácil deixar tudo queimar, deixar essa insistência escapar e toda minha doce esperança se esvaziar.
Sabe porque? Porque pior que ver as caras estúpidas de sempre, é te querer o tempo todo e receber essas tuas atitudes de sempre.

Pra ser assim, meu bem, meu rock'n roll e minha dose dupla me deixam tão menos sós.



(Então, crianças, se vocês forem ao Mc Donald's e não quiserem mais comer, não comam! Porque senão vocês podem terem os textos de escritorazinha mal amada da década de 40 em plena França. Isso não é legal! E o que não é legal mesmo, é que enquanto você dá esse recado, você percebe que no fundo, o que você escreveu é realmente a tua realidade! =/).

3 comentários:

Luciana disse...

Por isso que Cazuza disse que queria a sorte d eum amor tranquilo, com sabor de fruta mordida e algum veneno anti-monotonia...

Daynara Aparecida disse...

Rotiina. rotina.. tem um jeito pra fugir dela?

Ruim qnd a rotina chega ao coração..e achar alguém que a tire dali.

Milla disse...

É difícil resistir a rotina, ela nos engole mais rápido do que podemos imaginar...

Beijos